Da sala dos editores: "A assinatura de Jesus" é tão bom,desafiador e marcante quanto "O evangelho maltrapilho"

19.7.06

"A assinatura de Jesus" é tão bom,desafiador e marcante quanto "O evangelho maltrapilho"

Quem leu e gostou de O evangelho maltrapilho, do Manning, não irá se arrepender conhecendo A assinatura de Jesus, cujo lançamento está previsto para 10 de agosto.

Se a temática da graça foi central no "Maltrapilho", dessa vez Manning explora a sentido do discipulado, a partir da experiência da cruz. A assinatura de Jesus é daqueles livros que lemos e e em seguida relemos parágrafos inteiros, não necessariamente por não os compreendermos mas pelo bem interior que o texto desafiador nos traz.

Manning é um autor diferenciado. Por ter vivido experiências duríssimas, precisou como poucos depender da graça de Deus. Sua busca permanente por compreender Deus nos motiva ainda mais a viver um experiência de fé cristocêntrica.

Se você estiver em dúvida sobre qual livro ler primeiro, comece pelo "Maltrapilho" e não demore para conhecer A assinatura de Jesus. Duvido que você fique impassível à leitura de ambos.

Desejo uma boa (e incômoda) leitura para você.

Segue um "aperitivo" de A assinatura de Jesus :

Este livro não é uma pastoral delicada, nem uma série de meditações bem-comportadas para gente devota. É um livro sobre sermos heróis e heroínas por causa de Jesus Cristo — por causa de ninguém menos do que Cristo, e de tal forma que apenas os olhos de Jesus precisem ver. É um chamado para uma fé autêntica
e um discipulado radical, à pureza do evangelho, à estrada principal para o Calvário e ao escândalo da Cruz, a uma vida de liberdade sob a assinatura de Jesus.


Em última análise, a fé não é a soma de nossas crenças, ou um modo de falar, ou um modo de pensar; é um modo de viver e pode ser articulado adequadamente apenas numa prática de vivência. Reconhecer Jesus como Salvador e Senhor é significativo à medida que tentamos viver como ele viveu e ordenar nossa vida de acordo com os valores dele. Não precisamos teorizar a respeito de Jesus; precisamos fazê-lo presente no nosso tempo, na nossa cultura, nas nossas circunstâncias. Apenas a verdadeira prática da fé cristã pode legitimizar o que cremos. Como gostava de dizer o filósofo francês Maurice Blondel: “Se você quer realmente entender em que um homem acredita, não ouça o que ele diz, mas observe o que ele faz”.


Uma sugestão simples: a cada página virada deste livro, sussurre as palavras: “Senhor, aumente a minha fé”.

1 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

preciso de um livro que tenha mais profundidade sobre jesus.alem da biblia e claro

27/11/08  

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