Mundo Cristão - Gerência Editorial

26.7.06

Mais 60% das vagas da LittWorld já estão preenchidas






A cerca de quatro meses do início, mais de 60% das vagas para a LITT-WORLD 2006 já estão preenchidas. E as inscrições não páram de chegar. Mais de 200 pessoas prometem revirar os temas relacionados ao mercado editorial cristão e trabalhar para o desenvolvimento pessoal e relacional durante os cinco dias do congresso, na cidade de Atibaia, SP, Brasil.

É a primeira vez que este evento é realizado no Brasil, e na América Latina, e será uma oportunidade única para o encontro de uma gama tão variada de profissionais ligados ao mercado editorial cristão em todo o mundo. Nenhum editor cristão brasileiro deveria perder esta oportunidade.

Nos próximos dias, o vencedor do concurso literário será conhecido. Ou será uma vencedora?

19.7.06

"A assinatura de Jesus" é tão bom,desafiador e marcante quanto "O evangelho maltrapilho"

Quem leu e gostou de O evangelho maltrapilho, do Manning, não irá se arrepender conhecendo A assinatura de Jesus, cujo lançamento está previsto para 10 de agosto.

Se a temática da graça foi central no "Maltrapilho", dessa vez Manning explora a sentido do discipulado, a partir da experiência da cruz. A assinatura de Jesus é daqueles livros que lemos e e em seguida relemos parágrafos inteiros, não necessariamente por não os compreendermos mas pelo bem interior que o texto desafiador nos traz.

Manning é um autor diferenciado. Por ter vivido experiências duríssimas, precisou como poucos depender da graça de Deus. Sua busca permanente por compreender Deus nos motiva ainda mais a viver um experiência de fé cristocêntrica.

Se você estiver em dúvida sobre qual livro ler primeiro, comece pelo "Maltrapilho" e não demore para conhecer A assinatura de Jesus. Duvido que você fique impassível à leitura de ambos.

Desejo uma boa (e incômoda) leitura para você.

Segue um "aperitivo" de A assinatura de Jesus :

Este livro não é uma pastoral delicada, nem uma série de meditações bem-comportadas para gente devota. É um livro sobre sermos heróis e heroínas por causa de Jesus Cristo — por causa de ninguém menos do que Cristo, e de tal forma que apenas os olhos de Jesus precisem ver. É um chamado para uma fé autêntica
e um discipulado radical, à pureza do evangelho, à estrada principal para o Calvário e ao escândalo da Cruz, a uma vida de liberdade sob a assinatura de Jesus.


Em última análise, a fé não é a soma de nossas crenças, ou um modo de falar, ou um modo de pensar; é um modo de viver e pode ser articulado adequadamente apenas numa prática de vivência. Reconhecer Jesus como Salvador e Senhor é significativo à medida que tentamos viver como ele viveu e ordenar nossa vida de acordo com os valores dele. Não precisamos teorizar a respeito de Jesus; precisamos fazê-lo presente no nosso tempo, na nossa cultura, nas nossas circunstâncias. Apenas a verdadeira prática da fé cristã pode legitimizar o que cremos. Como gostava de dizer o filósofo francês Maurice Blondel: “Se você quer realmente entender em que um homem acredita, não ouça o que ele diz, mas observe o que ele faz”.


Uma sugestão simples: a cada página virada deste livro, sussurre as palavras: “Senhor, aumente a minha fé”.

12.7.06

Afinal, livro no Brasil é caro?

Há anos ouço dizer: “livro no Brasil é caro”. Eu mesmo fazia coro com os descontentes. Mas, de dois anos para cá, penso que a realidade dos preços está bem mais favorável para o leitor.

O movimento de queda nos preços relativos dos livros é um fenômeno que já foi experimentado pelo mercado de Bíblias. A partir de 2001, novas editoras lançaram-se na edição de Bíblias favorecendo a queda dos preços. Mesmo produtos com excelente qualidade tornaram-se mais acessíveis graças aos investimentos gráficos de organizações como a Sociedade Bíblica do Brasil, Geográfica e Imprensa da Fé. Não é sem razão que o Brasil é líder mundial na produção de Bíblias com mais de 7 milhões de unidades vendidas anualmente.

É claro que Bíblias de baixíssima qualidade também inundam o mercado. Nesses casos, cabe ao leitor recusar o produto ou aproveitar o preço artificialmente baixo é comprar não uma bíblia, mas duas, três. Ou seja, aproveitar e levar o "refil".

As promoções de preços de livros podem ser conferidas em visitas aos principais websites de comércio eletrônico. E não se tratam apenas de livros de baixa vendagem. É comum perceber “best-sellers” em promoção.

Creio que esse fenômeno de queda de preços tem várias razões:

Tanto no mercado geral, quanto no evangélico, diversas editoras chegaram ao Brasil nos últimos anos, ampliando a competição. Muitas chegam e tantas outras se vão. O tempo e o mercado se encarregam de diferenciar os homens dos meninos.

A queda do dólar reflete positivamente no custo gráfico e permite uma redução nos preços dos livros. Se as tiragens fossem superiores aos dois mil exemplares médios atuais, comprar seria mais convidativo.

O fato de a economia estar caminhando num crescimento tímido, mas sem retroceder, a abundância de crédito (mesmo que caro) e a queda de preços de alimentos, dão uma sensação de certo alivio no bolso dos consumidores. A farra dos celulares revela isso.

Apesar desse cenário mais otimista, as editoras têm enfrentado um período de vendas difícil nos últimos 12 meses. O período da Copa do Mundo, em especial, afugentou clientes das livrarias.

Como alguém que atua (não isoladamente) na formação de preços da Mundo Cristão, posso compartilhar como entendemos essa questão. A MC sempre foi conhecida como uma editora de preços mais altos que se justificavam pela qualidade superior. Sem abrir mão da qualidade, decidimos há mais de um ano, sem fazer alarde, mudar esse quadro. Para tanto, uma ampla reestruturação de custos vem sendo implementada. O resultado pode ser conferido em websites e nos pontos de venda. Clássicos como O livro dos mártires, O peregrino e A peregrina estão sendo comercializado por preços extremamente vantajosos. O livro de Jesus com 448 páginas foi lançado por menos de 40 reais.

Contudo, a questão continua: Afinal, livro no Brasil é caro? Qual deve ser o critério para comparar preços? O número de páginas? a capa ? o acabamento? o design interior? a editora? Como alguém que compra livros pelo menos uma vez por mês, acho que todos esses critérios são válidos, mas não superam a diferença que o autor faz. Assim como você, tem autores que nem de graça.

Penso que o livro nunca esteve tão acessível. É necessário pesquisar preços e realmente estar disposto a valorizar o livro enquanto produto. Muitas pessoas não se incomodam em pagar 40 reais por uma pizza entregue casa, que em 15 minutos se vai, e reluta em pagar até menos por um livro que pode mudar sua vida.

11.7.06

“Café estilístico”

No sábado, 8, reunimos preparadores, revisores e interessados na área para um bate-papo “gramatical e estilístico”. Num clima de amizade e descontração, aconteceu mais um encontro de treinamento de profissionais do livro.
Durante cerca de três horas, acompanhadas de um gostoso cafezinho com guloseimas (afinal ninguém é de ferro!), pudemos abordar as principais questões que envolvem a produção do livro, da tradução ao fechamento.
Este encontro fez parte de um compromisso da MC com o aperfeiçoamento de seus colaboradores, com a qualidade das publicações e, é claro, com o leitor, foco principal de nossos esforços.
A todos os que colaboraram nesse encontro — desde os participantes do treinamento até a equipe de apoio —, nosso agradecimento pela disposição de investir parte de seu tempo de descanso para o ministério que Deus, em sua graça, nos confiou: a palavra escrita.

6.7.06

Site do Congresso Mundial de Literatura está no ar


Já está no ar o site do Congresso Mundial de Literatura Cristã. Pela primeira vez será realizado na América Latina. Atibaia (a 70 km de São Paulo), sediará o evento.

Em sua última edição, nas Filipinas, tive a oportunidade de participar. A riqueza do evento está em poder compartilhar idéias e experiências com autores e profissionais do setor editorial das mais diversas partes do planeta. Além disso, seminários especialmente escolhidos ajudam a compreender diversas questões da área editorial.

São esperadas mais de 150 pessoas de 35 países. Acesse o site e conheça todos os detalhes.

http://www.littworld.com.br/

3.7.06

Uma revolução no Morumbi!

Começando na noite de sexta-feira, 30/6, e durante todo o fim de semana, uma verdadeira revolução tomou conta das instalações da IBMorumbi. Algumas centenas de pessoas estiveram envolvidas nos 22 workshops e nos expressivos momentos de adoração e louvor que ocorreram durante o Revolução 2006, um seminário sobre missões e adoração.

Durante todo o fim de semana, cada seguidor de Jesus foi desafiado não só a refletir de maneira radical e profunda sobre sua condição bíblica de missionário e adorador, mas a permitir que Deus operasse uma revolução em seu interior.

Com esse objetivo, o Revolução 2006 reuniu nomes expressivos do trabalho missionário evangélico, entre os quais Analzira Nascimento, missionária da JMM e coordenadora do Projeto Radical — Voluntários sem Fronteiras, Carlos Queiroz, diretor executivo da Visão Mundial no Brasil, e Milton Camargo, presidente da MEVA — Missão Evangélica da Amazônia. O louvor foi orquestrado por Nelson Bomílcar, Cezar Elbert, Vencedores por Cristo, Eloir de Paula, entre outros.

Os workshops não foram menos concorridos. Os participantes puderam ouvir e discutir temas relacionados ao papel da missão e da adoração em nosso contexto sócio-cultural. Entre os preletores, o evento contou com a presença de alguns escritores da MC, como Marco Davi de Oliveira, autor do livro A religião mais negra do Brasil, que também deu nome a seu worshop; Lourenço Stelio Rega, autor de Dando um jeito no jeitinho, que falou sobre o tema: “A cultura do jeitinho e sua influência na adoração e missões transculturais”, e Nelson Bomílcar, organizador e um dos autores de O melhor da espiritualidade brasileira, que abordou o tema “Um só Deus, dois desafios, várias gerações”.

Assim, munidos da espada do Espírito, cada um de nós é desafiado a lutar na causa do Reino e desse modo impactar o mundo.

2.7.06

Acabou