Mundo Cristão - Gerência Editorial

23.8.06

Educando crianças geniosas chega em boa hora

Educar uma criança geniosa não é fácil: eu que o diga. Por mais carinhosas, engraçadas e inteligentes que sejam , o voluntarismo não raro passa dos limites. Para pais como eu que freqüentemente veêm-se à beira de um ataque de nervos, Educando crianças geniosas, do Dr. James Dobson, chega em boa hora como um recurso valioso para entender e aprender como lidar com esses indomáveis pequeninos.

Por ter sido concebido para uma realidade diferente da nossa, uma ampla pesquisa foi realizada, a fim de adequá-lo ao cenário brasileiro. Além de tratar da criança geniosa, o autor aborda o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade e a Dislexia. Escrito a partir de uma cosmovisão cristã, Educando crianças geniosas, que chega em setembro, cumpre o que promete.

P.S: O meninão da foto, Marcelo, é o genioso com o qual Deus abençoou minha família.

21.8.06

Outra Espiritualidade chega em setembro

Outra Espiritualidade, o segundo livro do Ed René kivitz na MC, é uma coletânea de artigos escritos ao longo dos últimos anos para a Revista Eclésia e outros textos elaborados especialmente para esse livro.

Outra Espiritualidade não pretende ser um livro "revolucionário", como o título pode sugerir. Antes é o retorno à boa ortodoxia, aos princípios do cristianismo que a fé evangélica mais recente teima em ignorar. O autor explica:

A expressão “outra espiritualidade” sugere a pergunta: “Outra em relação a quê?”. Isto é, que espiritualidade está sendo abandonada para que em seu lugar apareça “outra”? No meu caso é simples: estou abandonando a espiritualidade do senso comum evangélico e saindo em busca da espiritualidade do senso comum da tradição cristã.

Apresso-me em explicar. Considero “senso comum” uma forma simples de me referir ao fato de que, apesar da enorme diversidade a respeito das características que identificam o ser evangélico, há um núcleo que resume a maneira como este segmento religioso da sociedade articula sua crença e seu modus vivendi. Ao escolher o senso comum, admito que a “outra espiritualidade” que busco não é uma novidade, mas um resgate dos aspectos essenciais à fé cristã conforme se estabeleceram nestes mais de dois mil anos de história.

4.8.06

A aliança que ergueu o templo de Salomão

Em tempo de querra e destruição no Líbano, a jornalista Marília de Camargo César, recupera a história dos povos judeu e libanês na edição de hoje do Valor Econômico.

Eis um pequeno trecho:

...Aconteceu 970 anos antes de Cristo, um período em que não havia o terrorismo armado nem os mísseis Katyusha. Os barcos que navegavam do Líbano para Israel não levavam tanques, nem a fúria do inimigo. Transportavam madeiras
nobres, cedros e ciprestes que fizeram a fama de uma nação altiva e imponente. O rei Salomão, o homem mais sábio que já existiu, segundo a Bíblia, recorreu ao rei Hirão, do Líbano, para encomendar a matéria-prima que viabilizaria um projeto inédito e maravilhoso: a construção do primeiro templo, um lugar para homenagear o Todo-Poderoso de Israel. A idéia de levantar uma casa inigualável para Jeová partira do pai de Salomão, Davi, um ex-pastor de ovelhas promovido a guerreiro dos exércitos de Saul, que trazia no currículo, além do gosto pelas batalhas, uma forte inclinação para a música, a poesia, a depressão e as mulheres.

Deus não quis que Davi construísse o templo porque suas mãos estavam sujas do sangue derramado em suas muitas guerras. O rei então passou a tarefa para o filho. O projeto era tão magnífico que exigia material de primeira. A proposta que Salomão fez a Hirão incluía o pagamento do equivalente hoje a 3,8 mil toneladas de trigo por ano e o mesmo tanto em azeite, além do envio de trabalhadores israelitas para ajudar no carregamento. Os cedros eram o principal produto da pauta de exportação do Líbano e Israel tinha todo o trigo que faltava ao parceiro. Ou seja, um acordo comercial conveniente para os dois lados.
Bem aventurados os pacificadores...afinal, onde eles estão mesmo?