Dawkins, Dawkins, por que me persegues?
No dia 18 de setembro lançaremos a resposta cristã a Deus, um delírio, obra de Richard Dawkins, publicada pela Cia. das Letras.Escrito por Alister McGrath e sua esposa, Joanna Collicutt McGrath, O delírio de Dawkins rebate as conclusões pseudocientíficas do libelo ateísta mais famoso dos últimos anos. São mais de 500 páginas de pura má educação e intolerância escritas por um brilhante cientista contemporâneo, que por razões desconhecidas abandonou o discurso baseado em evidências para deixar-se levar pela insensatez do fundamentalismo ateísta .
Seu mérito, é bom que se diga, é nos fazer compreender por que qualquer tipo de fundamentalismo é imbecil.
O cientista que virou teólogo
Poucas pessoas teriam melhores condições de oferecer respostas à diatribe de Dawkins
que Alister MacGrath. Allister é professor de teologia histórica da Universidade de Oxford e pesquisador sênior do Harris Manchester College. Ele já foi ateu e atribui esse lapso em parte à descoberta da filosofia da ciência, e em parte a uma decisão tardia de investigar o que era realmente o cristianismo, em vez de aceitar os estereótipos oferecidos por seus amigos ateus (muitos dos quais ressurgem em Deus, um delírio).
que Alister MacGrath. Allister é professor de teologia histórica da Universidade de Oxford e pesquisador sênior do Harris Manchester College. Ele já foi ateu e atribui esse lapso em parte à descoberta da filosofia da ciência, e em parte a uma decisão tardia de investigar o que era realmente o cristianismo, em vez de aceitar os estereótipos oferecidos por seus amigos ateus (muitos dos quais ressurgem em Deus, um delírio). Depois de estudar química em Oxford, McGrath fez pesquisas no campo da biofísica molecular, desenvolvendo novos métodos para investigar membranas biológicas. Em seguida, guinou para a teologia cristã, especializando-se na história do pensamento cristão, em particular em questões de ciência e religião. Portanto, Allister e Dawkins são amantes das ciências naturais e possuem formação equivalente, apesar dos caminhos opostos que decidiram trilhar.
O cientista que perdeu o juízo
Richard Dawkins - biólogo e professor da cátedra de Compreensão Pública da Ciência na prestigiosa Oxford University - talvez seja o ateu mais ilustre do nosso tempo.
Pesquisador premiado, talentoso popularizador da ciência e introdutor do termo "meme", uma espécie de equivalente cultural do conceito biológico de “gene”. Ao contrário da maioria dos cientistas, em geral ateus ou agnósticos, que aceitam a coexistência de religião e ciência, Dawkins encara as religiões como perigosa fonte de obscurantismo que ameaça a busca da verdade, o trabalho da razão e a paz.
Pesquisador premiado, talentoso popularizador da ciência e introdutor do termo "meme", uma espécie de equivalente cultural do conceito biológico de “gene”. Ao contrário da maioria dos cientistas, em geral ateus ou agnósticos, que aceitam a coexistência de religião e ciência, Dawkins encara as religiões como perigosa fonte de obscurantismo que ameaça a busca da verdade, o trabalho da razão e a paz.Todo o ódio revelado por Dawkins me faz supor que talvez ele não esteja assim tão distante do Deus que jura (não por Ele) desconhecer. Quem sabe, um dia se dê conta da bobagem que anda propagando.
Ninguém é obrigado a crer. Ninguém deve ser obrigado a não crer.

3 Comentários:
Concordo em número, gênero e grau com Dawkins, religião é uma praga que assola a humanidade com suas superstições. Se investíssemos um terço do capital e trabalho que é dispendido na construção de templos, na realização de peregrinações e na publicação de livros esotéricos como a bíblia, hoje poderíamos já haver desenvolvido remédios para o câncer e a aids, novas tecnologias, enfim. A religião é típica de mentes subdesenvolvidas.
Concordo plenamente com o Sergio.
Quantas guerras, só para ver quem tem o amigo imaginário mais forte.
Os autores deveriam agradecer a Deus por terem nascido em um período em que os demônios são afugentados pela claridade benêfica do racionalismo e do pensamento científico. Se tivessem nascido do século XVI certamente teriam sido queimados na folgueira,ou por católicos ou por protestantes, muito antes de terem chance de mudar de idéia e comerçarem a acreditar em Deus.
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