26.12.07

Orar? Para quê? Por quê?

Uma das posturas que recomendamos para os autores que estão desenvolvendo obras conosco é a de despir-se da fantasia do super-homem (ou da super-mulher) e revelar sua humanidade.

O livro (assim como o púlpito) não é lugar apropriado para passar “lições de moral” para os outros. À medida que o leitor percebe a “fragilidade” do autor e reconhece nele ou nela alguém imperfeito como ele, tende a estabelecer a saudável conexão e empatia que faz do livro o companheiro dos bons e dos maus momentos.

Larry Crabb, escritor tarimbado, sabe disso e não se envergonha de revelar-se alguém que durante décadas teve pouca intimidade com a oração. Em nome do Pai, aponta como ele conseguiu mudar sua postura em relação a Deus, tornando-o mais próximo do criador.

O maior desafio que temos (e o de resultados mais prazerosos) é conseguir mudar nossa relação com Deus, de Senhor para Aba (Paizinho, papai). Como certa feita disse um pastor, deixar de ser apenas servo para tornar-se filho.

Crabb pode ser um passo importante nessa direção.

1 Comentários:

Anonymous Mark disse...

Realmente ninguém aguenta mais lições de moral. Boa dica para qualquer escritor. By the way, gostei do banho de loja no blog.

26/12/07  

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