16.2.08

Na internet, quem diria, o livro impresso é campeão de vendas

Vale a pena ler artigo de Sérgio Augusto, publicado no Estadão desse sábado:

Qual o produto mais comprado pela internet?Música? Não. Videogames? Tampouco. Eu disse comprado, não baixado.Pornografia? Também não.

Verdade que os sites de pornografia, busca e relacionamento são os mais acessados no mundo inteiro (os de golfe, só nos EUA); mas, no quesito compra, o campeão - nem dá para acreditar - continua sendo o livro.

...Surpreendente, espantosa, assombrosa - e sobretudo alvissareira - é a presença do Brasil entre os cinco maiores compradores de livros pela internet. Por incrível que pareça, ocupamos a quinta colocação, com 51%, logo abaixo da Áustria e do Vietnã e um pouco acima do Egito. Se houvesse um G-8 de internautas livrescos, o Brasil faria parte do grupo, assim como dois de seus três companheiros de Bric, Índia e China.

2007 foi um ano sem igual na história do livro no Brasil. O crescimento econômico e a queda dos preços relativos dos livros proporcionaram recordes de vendas. Apesar da crise nos mercados financeiros internacionais, as perspectivas para a continuação do crescimento nas vendas de livros continua.
Mas esse será o assunto de um outro post, brevemente.

1 Comentários:

Anonymous Luiz Henrique Matos disse...

Renato,

Isso sem contar o volume de downloads de edições clássicas através de torrents e redes p2p. Sim, existe a polêmica sobre o que é ou não pirataria, mas isso é outro papo.

E foi nessa onde que recentemente o 'mago' Paulo Coelho criou um blog (Pirate Coelho) para distribuir gratuitamente versões de seus livros. Ele acredita que ninguém lê a edição baixada e que a disponibilidade gratuita estimula a degustação por parte de leitores potenciais.

Isso tem se provado verdade. Nessa onda, Chris Anderson (editor da revista Wired) publica seu novo livro em breve. Ainda sem nome, o autor do conceito da Cauda Longa descreve o benefício de se oferecer produtos gratuitos através da internet (tem uma entrevista com ele no Estadão de hoje).

Gostaria de ler algum comentário seu sobre essa tendência no mercado editorial. O baixo custo da distribuição digital não seria uma alternativa para os tão restritos canais de distribuição para livros cristãos?

Parabéns pelo blog. Sou leitor desde o primeiro post.

Abraço,
Henrique

26/2/08  

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