Manning “proibido para maiores de 21”

Conheça, em primeira mão a capa, as "orelhas" e a quarta capa, do novo livro de Brennan Manning, Falsos, metidos e impostores:
Proibido para maiores de 21 anos
A necessidade de sermos aceitos, valorizados e amados distorce nosso relacionamento com as pessoas, à medida que adotamos um personagem mais apto a corresponder às expectativas dos outros. De tão acostumados a fingir e esconder nossos sentimentos e opiniões, repetimos essa conduta com Deus esperando que ele ame o impostor que vive em nós e esqueça do verdadeiro eu.
O que está em jogo é o tipo de relacionamento que mantemos com Deus e com as pessoas ao nosso redor. Supondo que seja possível enganar quem convive conosco, certamente é impossível enganar a Deus. À medida que redescobrimos a face Aba de Deus, como o nosso papai, uma revolução em nosso relacionamento com o Senhor está à caminho.
Falsos, metidos e impostores retrabalha a temática do livro O Impostor que vive em mim, mas com o foco no público jovem. No Brasil, muitas pessoas descobriram a mensagem de Manning aos 40, aos 50, aos 60 anos. Falsos, metidos e impostores traz a oportunidade de compreender a Graça antes do 21 e experimentar sua brisa refrescante.
Orelha
É impressionante a rapidez com que Brennan Manning destrói a consagrada visão do cristão como aquele ser certinho, bem comportado, exemplo para a sociedade.
Há muito, Manning deixou de pedir licença para clamar por uma mudança de comportamento. Para ele não é balela a idéia de que Deus nos aceita como somos. Ele exemplifica esse conceito com histórias comoventes que não deixam dúvidas sobre o que significa o adjetivo "incondicional". para Deus.
Curiosamente, é exatamente a radicalidade do perdão, da graça e do amor de Deus que incomodam muitos críticos. Para alguns, o pecado em geral deve ser tratado com base na Teologia do Porrete, pois onde já se viu envergonhar o povo de Deus? Acolher o pecador? Nem pensar, pois seria compactuar com o pecado. E alguns realmente pensem que a ênfase da mensagem da graça nos livros de Manning é o salvo-conduto para se fazer o que se bem entende.
Fomos criados para compreender Deus como alguém que precisa ser tratado com extrema reverência, com um distânciamento mais que respeitoso, como bem retratado em livros e filmes ambientados no princípio do século XVIII, nos quais o pai mal percebe o filho. Mas não é essa a característica da paternidade apresentada por Jesus nos Evangelhos. O Deus "Aba" nos chama para sentarmos em seu colo, nos faz carinho, nos abraça e nos repreende quando necessário. É um Deus com que podemos discutir, à semelhança de Jó e Jeremias, que não retribuirá lançando raios em nossas cabeças.
É essa mudança no relacionamento criatura-Criador que Falsos, metidos e impostores sugere ao leitor. Buscar chamar Deus de Pai, Papai, Aba confiando plenamente que ele sabe quem realmente somos.

2 Comentários:
Ele tem razão. Que falta faz essa 'voz' na nossa igreja. Excelente.
aonde compro esse livro?
rs
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