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| FICHA
TÉCNICA |
Autor:
Brennan Manning
ISBN: 85-7325-404-1
Páginas: 216
Tamanho: 14x21
Categoria: Biografia e autobiografia
Código: 10561
Capa: Douglas Lucas
Encadernação: Brochura com orelhas
Preço: R$ 32,00 |
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| LANÇAMENTO |
| 26/03/2006 |
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| PÚBLICO-ALVO
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| Os livros de Brennan Manning têm um alvo muito claro: pessoas em busca de uma espiritualidade cristã mais profunda. Essas pessoas, em geral, passaram por experiências traumáticas em alguma igreja ou se decepcionaram com a fé por causa da conduta equivocada de cristãos nominais. Leitores de Philip Yancey, Eugene Peterson, Larry Crabb e Max Lucado certamente gostarão deste tipo de literatura. |
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MENSAGEM PRINCIPAL Você consegue lembrar de algum momento da vida dissociado de sensações como a culpa, o desgosto, a ansiedade ou o tédio? Talvez tenha algumas recordações da infância ou da juventude. Mas onde foram parar a paixão, a esperança, o vigor e a alegria daqueles tempos? Por que parecem tão inatingíveis hoje em dia? Se essas questões o incomodam, saiba que há muita gente no mundo tentando encontrar as mesmas respostas — gente que perdeu a doçura, a noção da riqueza dos gestos simples, a medida da amizade, a sensação de conforto proporcionada pela certeza do Deus que participa de nosso dia-a-dia. O “Papai” Aba, ao qual Jesus rogou no Calvário, está pronto para nos ajudar a deixar a vaidade de nossos zelos que, por maiores que sejam, jamais serão suficientes.
POR QUE LER Em O impostor que vivem em mim, mais uma obra de Brennan Manning que a Mundo Cristão oferece em língua portuguesa, o autor de O evangelho maltrapilho reflete simultaneamente sobre a dupla condição da vida humana: frágil e dependente do Criador, mas ao mesmo tempo valorizada e querida por aquele que a gerou. A graça, referência única e suficiente, é o eixo sobre o qual Manning estabelece esta reflexão apaixonante, que conduz a um estado de êxtase e prostração jubilosa. Deus nos ama como somos, e quer estabelecer uma relação íntima com aqueles que se despojam do ego impostor e clamam: “Aba, Pai!”
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| SOBRE
O AUTOR |
Poucas pessoas são capazes de provocar tanto a intelligentzia cristã quanto o filósofo e teólogo Brennan Manning. É possível até discordar dele, mas não há como passar indiferente pela leitura de qualquer uma de suas obras. A ênfase de sua literatura está numa espécie de “autonomia do pensamento”: mesmo sendo um especialista em Escrituras e Liturgia – e, portanto, conhecedor dos mais sólidos enunciados teológicos –, Manning se recusa a refletir sobre o cristianismo a partir da academia. Daí seus embates sistemáticos com os representantes da Teologia convencional.
Esta opção pela compreensão de Deus a partir dos elementos mais simples tem relação direta com sua biografia. Batizado Richard Francis Xavier, Brennan Manning nasceu e cresceu num subúrbio pobre de Nova York, o que contribuiu para aguçar sua sensibilidade pelos anseios dos humildes e simples no ministério que abraçaria anos depois. Apesar das dificuldades, ingressou na Universidade St. John, da qual saiu para servir como fuzileiro naval. Ao voltar da Guerra da Coréia, graduou-se em Filosofia e Teologia pelo Seminário St. Francis.
A partir daí, a trajetória ministerial de Manning ganhou contornos incomuns. Ao contrário de se fechar na academia, passou a circular também entre favelas, vilas, povoados e cortiços. Sua vocação como pensador brilhante foi enriquecida na convivência com as comunidades carentes dos Estados Unidos e da Europa. Desta forma, encontrou o caminho para colocar em prática o tipo de cristianismo com o qual se comprometera desde o início: o da compaixão e do serviço abnegado. Viveu em clausura e contemplação; carregou água para populações rurais e foi ajudante de pedreiro na Espanha; lavou pratos na França; deu apoio espiritual a presidiários suíços.
Com a fé reafirmada, Brennan Manning retornou aos Estados Unidos, fixando-se inicialmente no Alabama, onde tentou organizar uma comunidade nos mesmos moldes da Igreja primitiva. Voltou ao campus no fim dos anos 1970, e depois de enfrentar uma crise pessoal, começou a escrever e ministrar palestras, atividades que mantém até hoje, sempre com o objetivo de comunicar o amor incondicional de Deus em Jesus. “Aprendi de um sábio franciscano que, para quem conhece o amor de Cristo, nada mais no mundo é tão belo e desejável.” |
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| INFORMAÇÕES
EXTRAS |
+ Conheça também: • O evangelho maltrapilho • O impostor que vive em mim
Manning faz um excelente trabalho em soprar a poeira da teologia gasta e permitir que a graça faça o que apenas a graça de Deus pode fazer: ser admirável. Max Lucado
Tanta religião nos é transmitida como más novas ou novas insípidas que ficamos imensamente gratos quando ela é comunicada de forma revigorante como boa nova. Este é um retrato empolgante e acurado que nos informa inequivocamente que o Evangelho é bom, ofuscantemente bom. Eugene Peterson |
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